quarta-feira, 1 de julho de 2009

Pela boca morre o peixe

Chateava-o por adormecer sem ligar, sem haver uma conversa mais desenvolvida ou o tradicional beijo de boa noite.
Ficava chateada.
Fazia birra.
Estava cansado e adormeceu sem dar conta.
Ainda assim achava indecente. Que não queria saber de mim. Que não ligava. Que não tinha qualquer consideração pela minha pessoa.
Então comecei a trabalhar e já por várias vezes é ele quem fica pendurado. As horas passam e o telefone não toca, até que toma a iniciativa. Do outro lado atende-lhe uma voz ensonada. Fui eu que adormeci sem dar conta.
Reconheço, agora, as parvoíces que disse no passado.
Por todas as birras que fiz, por todas as vezes que adormeci sem querer e por todas as vezes que ainda vou adormecer sem estar nos teus braços... DESCULPA.

Um comentário:

Irene disse...

Muitas vezes só damos valor quando estamos do outro lado. às vezes somos mesmo burras

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