quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Novidades

Comecei a 3 de Outubro uma nova etapa profissional. Pois é, a espera demorou pouco. :) Continuo ligada à última área em que trabalhei, mas a trabalhar coisas que me são mais queridas.

So far, so good. Por isso... never give up and keep dreaming. Ahhh and if you are not happy with where you are... change it, you are not a tree.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O primeiro dia sem um capuccino a sério e uma fatia de Torta Nonna. E sim, já sinto a falta.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

La bella Italia!

O dolce far niente entranha-se. Regressei hoje e continuo calma como já não estava há muito.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Free

Pela primeira vez faço a mala e há espaço, muito espaço, espaço para dar e vender. É uma sensação estranha. A mala é pequenina e não dá para improvisar muito. Levo sempre o indispensável e não gosto de grandes artifícios. 

Gosto de viajar com uma pequena mala de mão e nada mais. Gosto de viajar com a minha nova companheira de aventuras e que tantas alegrias já me trouxe. Gosto da simplicidade e de ser feliz com poucas coisas.

Pela primeira vez, eu e a Missy (a mala), viajamos com o mesmo estado de espírito: livre, leve, despreocupado e sedento por ser feliz. Ou não fossemos nós para a terra do dolce far niente.

Até ao meu regresso! :)
Foi planeado há muito, muito tempo. Comecei por contar os dias, por suspirar, por maldizer o tempo que faltava e afinal... é já amanhã. Até parece mentira. :)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

St. Peter,

Fizeste o favor de brindar a cidade Eterna com bom tempo, sol e calor o mês inteiro e agora, justamente agora que estou a fazer a mala, é que falas em chuva e trovoada? Tem vergonha! Tem vergonha!

Barbies e Kens?

Ontem lá assisti às nomeações da Casa dos Segredos 2. Fui seguidora da primeira edição, consegui simpatizar com os concorrentes e tentei seguir de perto o que se ia passando. É normal que tenha alguma curiosidade quanto a esta nova edição. No entanto, quanto mais vejo... menos gosto, menos piada acho, menos me identifico.

Não consigo gostar de ninguém em particular. Parecem-me todos saídos de uma fábrica da Mattel e isso causa-me alguma impressão. Ainda ontem vi uma imagem em que estavam todos de papo para o ar junto à piscina. Aquela imagem em particular não me pareceu natural ou caracterizadora da população portuguesa. É esquisito.

Quanto às nomeações... sem surpresas. Aquela Cátia irrita-me desde que apareceu na promo do programa.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sobre a Casa dos Segredos...

Esta edição é um autêntico Jersey Shore. Com a excepção de que não podem levar guidos ou guidas lá para dentro, já lá estão todos. :P

sábado, 17 de setembro de 2011

Trabalho: procura-se!

Ontem tive a pior entrevista de trabalho da minha vida. A candidatura não se limitou a um simples enviar de CV, tive de redigir um artigo sobre a empresa e estava entusiasmada. Queria mesmo trabalhar ali, queria fazer parte daquela causa, desafiar-me e voltar a fazer algo totalmente diferente. Sim, ando numa de experimentar coisas diferentes.

Cheguei lá e tive de esperar pela responsável que ia conduzir a entrevista. A empresa fica bem localizada, tem um lindo jardim e já me estava a imaginar a ler debaixo de uma árvore durante a hora de almoço. Lá fiquei à espera, sentada num sofá, na condição de observadora participante. Só faltavam os cubículos para ser um open space à americana. Ninguém falava, toda a gente tinha uns headphones enfiados e não havia boa disposição. Mmmm... mau sinal.

Lá chega a responsável, atrasada. Espero mais um pouco e lá sou chamada. E lá começou a pior entrevista de trabalho da minha vida (tenho 24 anos, não fui assim a tantas mas esta entra directamente para a lista negra). Começou por criticar o meu percurso profissional - "Só trabalhou no privado". Sou jornalista, é normal que só tenha trabalhado em empresa privadas mas nunca tive regalias - trabalhei a custo zero, fui pau para toda a obra por 500 euros a recibos verdes e carreguei um departamento inteiro às costas (eu era a chefe da equipa composta única e exclusivamente por mim). Sempre trabalhei bastante, sempre dei o melhor, sempre fiz o possível e o impossível. O dinheiro, o privado, as regalias... nunca foram determinantes no meu trabalho.
E lá continuou. Foi uma entrevista de trabalho conduzida num tom agressivo, em que questionaram constantemente as minhas capacidades e onde tive de arranjar estratégias para tudo e mais alguma coisa num estalar de dedos. Se tinha respeito pela empresa e pela causa... desapareceu. Não quero trabalhar com pessoas assim, não quero trabalhar num sítio assim. Sinto-me mal por ter de recusar um trabalho (nos dias que correm) caso seja chamada.

Revolta-me que as entrevistas de trabalho não sejam standard. Isto é, nunca sabemos ao que vamos. Todas são diferentes, há testes, há desafios, há segundas e terceiras fases. Quando entrei no mercado do trabalho isto não era assim. Seleccionavam uns cvs, chamavam e faziam a entrevista. Depois era o sim ou sopas. Agora não: querem mundos e fundos pelo menor custo possível, querem um jornalista-rp-marketeer-assessor-programador por 500 ou 600 euros. E para lá chegarmos... temos de comer muita areia.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Para sempre... talvez

Começou a vaga de casamentos no meu grupo de amigos. Todos com relações longas, estáveis e bebés a caminho. Não sou (nem nunca fui) fã de casamentos. Não gosto da cerimónia, das fotos, das roupas, das tradições, do copo de água, das músicas e tudo o que aquele contrato simboliza. Mas isso sou eu... aos 24 (quase 25) anos. Pode ser que daqui a uns anos mude de ideias, encontre o homem perfeito, tenha a minha vida nos eixos e decida assinar o papel.

Não sou, de todo, uma pessoa lamechas ou cutchi cutchi. Dizem-me que vão casar e eu nem sei se dou felicitações ou os meus sentimentos, sei que posso estar a ser muito dura nas minhas palavras mas assinar um contrato é abdicar de muita coisa. É estar com aquela entidade em vez de outra, é ter responsabilidades acrescidas, alguém por quem olhar, uma vida em comum, decisões e cedências que têm de ser feitas.

Nesta idade ainda quero fazer muita coisa: viajar, andar um mês de mochila às costas pela Ásia, ir todos os anos a Londres, gastar dinheiro em cultura (livros, revistas, festivais, bilhetes de cinema, musicais em Londres). Não, não sou uma pessoa irresponsável. Comecei a tomar decisões e responsabilidades muito cedo, a ajudar os meus pais em momentos positivos e a tomar uma posição. Hoje sou assim... uma rapariga com os pés bem assentes na terra mas que gosta de sonhar, de arriscar e que para já não se quer sentir presa.
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